samba
Mísera epiderme,
culto nos meus dias,
tem a boca a saber a charme,
parte para onde queres,
nos sons,
molhos de espadas à vez,
sente frio nas minhas pernas -
não apanhei o último Expresso
e preciso do correio expresso.
É à pressa que tu me cuidas
nas narinas poesia
a querer te saber diferente,
cão mas gato,
diferente prisma de entendimento,
parábola da supressão dos meus olhos.
Breve realidade ao te conhecer
nesta távola de ancestrais,
apesar do perfume,
da peruca e do pouco cabelo,
fiz fita para entrar
na última ceia da primária.
Calços em carros e cores primárias,
mete a questão no cérebro
e se és inteligente,
pensa natural.
Samba? Co’a breca!
IIII.IIII.MMXI.CCP